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Chaveiro pode ter sido espancado antes de suposta queda de motocicleta que terminou em morte; Segundo aponta laudo do IML

A morte do chaveiro Álvaro dos Santos Colégio, de 34 anos, ocorrida na noite de 16 de junho de 2026, passou a ser investigada sob a possibilidade de que ele tenha sofrido uma agressão física antes da suposta queda de motocicleta que terminou em sua morte.



Segundo o irmão da vítima, Ananias Colégio, de 38 anos, os fatos ocorreram entre o fim da noite do dia 16 e madrugada do dia 17 de Junho de 2026, na Avenida Principal do Loteamento Fahrat, em RIO BRANCO.


Alvaro dos Santos Colégio, arquivo de família
Alvaro dos Santos Colégio, arquivo de família

Álvaro teria saído para almoçar com um suposto amigo e, horas depois, estaria em uma distribuidora com um Homem, apontado pela família como a pessoa que estava com a vítima antes da Morte.


De acordo com uma testemunha, ela teria presenciado parte da situação e prestado depoimento na delegacia. Segundo o relato, Álvaro teria sofrido uma suposta queda de motocicleta nas proximidades da distribuidora.



Conforme a versão atribuída a suposta testemunha, Álvaro estaria alcoolizado e teria caído da motocicleta, morrendo posteriormente em decorrência dos ferimentos.


Indo direito aos Fatos: Imagens mostram momento da queda


Imagens de câmeras de segurança mostram Álvaro conduzindo uma motocicleta Honda biz vermelha 125 sem capacete. Na sequência, ele cai junto com o veículo e aparenta ficar desacordado e logo desmaia.


Segundo a família a movimentação registrada nas imagens indica que Álvaro poderia estar tentando fugir de alguma situação de risco antes da queda.




Segundo informações da família de Alvaro, o proprietário da distribuidora onde pode ter ocorrido as supostas agressões, teria se recusado a fornecer as imagens das câmeras de segurança da distribuidora para auxiliar nas investigações, levantando a suspeita da família de que Alvaro possa ter sido espancado antes de morrer.



Ainda segundo relatos de familiares, o capacete utilizado por Álvaro também não teria sido localizado no local. Segundo o irmão da vítima, o equipamento estaria no veículo do cunhado da ex-companheira da vítima, que mora próximo à distribuidora.


Relatos de agressões anteriores aos Fatos


Ananias Colégio, de 38 anos, irmão da Vítima, afirma que Álvaro já teria sido vítima de outros episódios de violência registrados na casa da ex companheira. e que em uma das situações relatadas, Álvaro teria sido despido e agredido fisicamente no local.


Relato de Tentativa de Homicídio


Em outro episódio, conforme relato de uma testemunha, Álvaro teria ido à mesma distribuidora e sofrido uma suposta tentativa de homicídio com uma faca. Ele teria conseguido escapar do agressor que teria fugido também do Local.


Os episódios deverão ser analisados pela Polícia Civil para verificar eventual relação com a morte.


Motocicleta foi retirada do local, ignorando possível isolamento e pericia no local


Após a suposta queda, a motocicleta teria sido retirada da Avenida Principal do Loteamento Fahrat e levada para a residência da ex-companheira de Álvaro, ignorando pericia.


Segundo Ananias, a família teve dificuldades para recuperar o veículo, sob a alegação de que a motocicleta estaria muito danificada.


Porém, quando o cunhado de Álvaro foi buscar o veículo na residência da ex companheira, segundo o irmão da vítima, a motocicleta estaria aparentemente intacta, restando somente pequenas avarias.


Para a família, as condições encontradas no veículo não seriam compatíveis com a gravidade dos ferimentos apresentados por Álvaro.


Laudos do IML apontam, tipos distintos de traumatismo, além de diversas lesões pelo corpo da vítima


Segundo informações repassadas à família sobre o laudo pericial, Álvaro apresentou traumatismo cranioencefálico, traumatismos contundentes e choque neurogênico.

A vítima também apresentava diversos hematomas e lesões pelo corpo, principalmente na região da cabeça.


As lesões levantam a possibilidade de que Álvaro tenha sofrido uma agressão física grave antes da morte, hipótese que deverá ser confrontada com as demais provas da investigação da policia civil.


Dois homens teriam levado vítima para a UPA, em uma caminhonete, assumindo a possível responsabilidade sobre a vida de Alvaro ao não aguardar o SAMU diante da Gravidade.


Imagens de câmeras de segurança registraram, segundo os familiares, dois homens chegando ao local em caminhonetes após a ocorrência.


Conforme os relatos da família, os Homens teriam afirmado em depoimento na delegacia que prestaram socorro a Álvaro e acionaram o resgate, porem não esperaram o resgate do SAMU diante da gravidade da situação, ao qual deveria ser estabilizado pela equipe especializada e regulado na sequencia com segurança para o pronto-socorro de rio branco, assumindo eles assim um possível risco sobre vida da vítima que até uma unidade que não era capacitada em traumatologia, como é o caso da UPA do segundo distrito.


A Polícia Civil deverá verificar os horários, os depoimentos e os registros de atendimento na unidade de UPA do segundo distrito para estabelecer a sequência exata dos acontecimentos.


Cartão da vítima teria sido usado após a morte?


A família da vítima também afirma que o cartão de crédito de Álvaro teria sido utilizado em compras pela internet após a morte e o sepultamento de seu irmão.


A família ainda relata o desaparecimento de pertences pessoais da vítima após a ocorrência.


Família faz protesto no domingo (17) pedindo por Justiça, e relatando demora nas investigações que possam esclarecer a Morte de Chaveiro.



No domingo por Volta das 10 da manha, na rodovia AC40 a família se reuniu onde fizeram um protesto pedindo por Justiça e orando Por Alvaro



Polícia Civil investiga o caso


A família busca respostas sobre o que aconteceu com Álvaro antes da suposta queda de motocicleta apresentada na primeira versão dos fatos.


A investigação deverá esclarecer a dinâmica da queda, a origem dos ferimentos, o paradeiro do capacete, as condições da motocicleta, as imagens das câmeras que ficaram omissas, o transporte supostamente irregular da vítima para a UPA, o uso do cartão após a morte por terceiros e o possível desaparecimento de pertences de Alvaro.


As informações são baseadas em relatos da família e de testemunhas e deverão ser confirmadas pela investigação. O caso está sob apuração da Polícia Civil, que deverá reunir elementos para determinar as circunstâncias da morte do chaveiro.

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