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Operação Capturas realizada pela Polícia Civil asfixia a criminalidade na calha do Juruá e Envira com 23 prisões

Em uma das maiores ofensivas institucionais recentes contra a criminalidade no interior do estado, a Polícia Civil do Acre (PCAC) apresentou os resultados consolidados da Operação Capturas, realizada na 2ª quinzena de maio.


Deflagrada ao longo da segunda quinzena de maio, a ação estratégica resultou na retirada de circulação de 23 criminosos de alta periculosidade, entre investigados e condenados pela Justiça.


foto cedida
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O foco geográfico da operação concentrou-se nas complexas regiões da calha do Juruá e do Envira, abrangendo oito municípios: Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter, Rodrigues Alves, Feijó, Jordão e Tarauacá.


Os alvos capturados fazem parte de eixos prioritários da gestão, por se tratarem de crimes de homicídios, feminicídios, tráfico de entorpecentes, participação em organizações criminosas e crimes contra o patrimônio.


O diferencial da Operação Capturas foi o alcance de suas equipes. Para além dos centros urbanos, os policiais civis percorreram extensas áreas rurais e comunidades ribeirinhas de difícil acesso.


A logística minuciosa foi subsidiada por mecanismos avançados de inteligência, cruzamento de dados reais e informações privilegiadas oriundas de investigações prévias.


A mobilização integrada uniu delegacias regionais e unidades especializadas, demonstrando a capacidade da instituição de operar com precisão mesmo nos pontos mais isolados da geografia acreana.


“A Operação Capturas não é um evento isolado, mas sim uma diretriz permanente da nossa instituição.


O sucesso dessa fase na calha do Juruá e Envira demonstra o amadurecimento dos nossos setores de inteligência e o compromisso inabalável dos nossos policiais na ponta.


Conseguimos traduzir dados e investigações robustas em prisões efetivas, alcançando criminosos que achavam que a distância geográfica os manteria impunes.


Retirar de circulação indivíduos envolvidos com homicídios e facções criminosas é devolver a paz social que o cidadão acreano merece”, explicou Alcino Ferreira Júnior, Delegado e Diretor do Departamento de Polícia da Capital e do Interior (DPCI).


A magnitude da operação reflete o atual modelo de gestão da segurança pública no estado, focado na interiorização das ações e no fortalecimento das delegacias mais distantes da capital.


A meta é garantir que o braço da lei chegue com a mesma eficiência a qualquer cidadão acreano, independentemente de sua localização.


De acordo com o delegado-Geral, Pedro Buzolin, rsse resultado expressivo é o reflexo direto de um planejamento estratégico integrado e do brio de cada policial que esteve em campo.


“A Polícia Civil do Acre hoje atua com base na eficiência científica e na presença territorial rigorosa. Não daremos trégua ou espaço para que o crime se estabeleça, seja nos grandes centros, seja nas comunidades ribeirinhas e rurais.


A Operação Capturas segue de forma contínua, reafirmando nosso compromisso intransigente com a justiça e com a proteção da sociedade”, destacou.


O balanço de 23 prisões reforça o compromisso da Polícia Civil do Acre no cumprimento rigoroso de mandados judiciais e no combate sistemático às estruturas criminosas.


Por se tratar de uma operação de caráter permanente, as autoridades alertam que novas fases devem ser desencadeadas a qualquer momento, mantendo a vigilância contínua e a asfixia das práticas ilícitas em todas as regionais do estado.

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