GRUPO CRIMINOSO QUE ATERRORIZAVA COMERCIANTES: Justiça decreta prisão preventiva de colombiano apontado como líder do esquema e de comparsa após operação conjunta do BOPE e forças policiais no Acre.
Yeferson Andres Pena Renza e Vitor Silva Braga tiveram as prisões preventivas decretadas após investigação sobre esquema de extorsão de comerciantes e contrabando de cigarros no bairro Calafate, em Rio Branco.
A Justiça do Acre decretou a prisão preventiva de Yeferson Andres Pena Renza, apontado como líder de um esquema de extorsão e contrabando que atuava no bairro Novo Calafate e em outras regiões de Rio Branco, e de seu suposto comparsa, Vitor Silva Braga.
Os dois são investigados por envolvimento em um esquema no qual comerciantes eram ameaçados e obrigados a pagar valores sob a justificativa de taxas de segurança. Além disso, as vítimas seriam coagidas a comprar e comercializar cigarros contrabandeados da Bolívia, distribuídos pelo grupo.

As investigações foram desencadeadas pelas Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCO), e foi coordenada com apoio de equipes do BOPE - ROTAM E GIRO juntamente com os policiais do 1° estágio de Força Tática da Polícia Militar.


Durante a operação, foram apreendidas três pistolas de uso restrito, munições, um veículo e uma grande quantidade de cigarros contrabandeados.
Em entrevista concedida ao Portal acrealerta.com.br o Comandante do BOPE Coronel Felipe Russo destacou o trabalho conjunto para a captura dos criminosos:
O juiz converteu a prisão em flagrante de Yeferson Andres Pena Renza e Vitor Silva Braga em prisão preventiva, considerando a gravidade dos fatos e a necessidade de garantir a ordem pública e a aplicação da lei penal.
O magistrado também negou o pedido de prisão domiciliar para Yeferson, por entender que não foi comprovado que sua presença fosse indispensável aos cuidados do filho autista.
Por outro lado, autorizou o acesso aos dados dos celulares apreendidos, incluindo aplicativos de mensagens, para aprofundar as investigações sobre a origem das armas e possíveis ligações criminosas. A análise ficará restrita aos fatos investigados.
As investigações apontam que Yeferson exerceria a liderança do esquema, enquanto Vitor seria um dos seus Guarda costas envolvidos nas atividades do grupo. A atuação criminosa teria como base ameaças e intimidações contra comerciantes da região.
Com a decisão judicial da Justiça do Acre - TJAC, os dois investigados tiveram a prisão preventiva decretada e deverão permanecer presos enquanto respondem aos procedimentos judiciais.

















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