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Novo Dossiê explosivo apreendido pela PF expõe suposto esquema de fraude bilionária dentro do Banco Master envolvendo Poderosos

Um documento apócrifo encontrado pela Polícia Federal nos arquivos do banqueiro Daniel Vorcaro levanta suspeitas sobre um possível esquema de manipulação financeira dentro do Banco Master. O material atribui a ex-sócios e executivos da instituição as supostas fraudes que teriam contribuído para a liquidação do banco e para a abertura de uma ampla investigação contra o grupo.


O documento, composto por uma única página e sem assinatura, foi localizado em uma fotografia armazenada no e-mail de Vorcaro, registrada em 2022. Na imagem, o texto aparece sobre um envelope com selo postal, indicando que pode ter sido enviado pelos Correios. O conteúdo está sendo analisado pela Polícia Federal no âmbito das investigações.


Foto: Reprodução/Youtube/TVLIDE
Foto: Reprodução/Youtube/TVLIDE

Logo nas primeiras linhas, o texto menciona que “essa conta vai ser paga pelo FGC”, em referência ao Fundo Garantidor de Créditos, fundo mantido pelos bancos para garantir pagamentos a credores em caso de quebra de instituições financeiras. No caso do Banco Master, estimativas apontam que o fundo teria registrado prejuízo de aproximadamente R$ 52 bilhões após a liquidação da instituição.


Grande parte do documento direciona acusações ao empresário Augusto Ferreira Lima, ex-sócio de Vorcaro. Segundo o texto, ele seria o responsável por controlar de fato as operações do banco e por receber os lucros provenientes de supostas operações irregulares. O documento afirma que, apesar de Vorcaro ocupar formalmente a presidência, Lima seria quem comandaria a instituição internamente.


O material também cita o ex-diretor de compliance Luiz Antônio Bull e o ex-sócio Ângelo Silva, apontando que ambos teriam participado de supostas manipulações contábeis envolvendo ativos considerados de difícil liquidez, como fundos imobiliários, fundos de precatórios e títulos sem classificação de risco. Segundo o documento, essas operações teriam sido usadas para transformar prejuízos em resultados positivos nos registros financeiros do banco.


A defesa de Luiz Antônio Bull afirmou que o conteúdo não passa de uma carta anônima com acusações sem provas e negou qualquer envolvimento do executivo em atividades ilegais. Os advogados ressaltaram que toda a remuneração recebida por Bull ao longo de sua carreira foi declarada às autoridades competentes.


O texto também menciona o empresário Nelson Tanure, apontando-o como suposto “sócio oculto” da instituição financeira. Em outras ocasiões, a defesa de Tanure já havia negado qualquer participação societária no Banco Master.


As defesas de Augusto Lima, Ângelo Silva e Daniel Vorcaro não se manifestaram até o momento sobre o conteúdo do documento. O espaço segue aberto para eventuais esclarecimentos.

Ex-sócio investigado pela Polícia Federal

O empresário Augusto Ferreira Lima deixou a sociedade do Banco Master em 2024, mas segue sendo investigado pela Polícia Federal por suspeitas de fraudes financeiras durante o período em que atuou como CEO da instituição.


Segundo as apurações, Lima foi responsável por levar ao banco o cartão consignado Credcesta, produto financeiro voltado a servidores públicos que se tornou um dos principais ativos da instituição.


Em 2018, o empresário adquiriu do governo da Bahia a Empresa Baiana de Alimentos, estatal responsável pela rede de supermercados Cesta do Povo, privatizada durante a gestão do então governador Rui Costa. A partir dessa estrutura foi criado o cartão Credcesta, que permite compras e empréstimos com desconto direto na folha de pagamento de servidores e aposentados.


O produto se expandiu rapidamente e, até 2024, já estava disponível em 176 municípios distribuídos em 24 estados do país.


Conversas apreendidas pela investigação

Entre os materiais recolhidos pela Polícia Federal está também um celular pertencente a Daniel Vorcaro, que contém mensagens trocadas com sua namorada em novembro de 2024. Nas conversas, o banqueiro relata dificuldades em sua relação societária com Augusto Lima.


Em uma das mensagens, Vorcaro afirma que teria tentado repassar o controle do banco ao ex-sócio diversas vezes, mas que a situação continuava sem solução.


Com informações do Portal GAZETA DO POVO

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