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Porta aviões nuclear dos EUA - USS Nimitz chega ao Rio em meio a tensões para megaoperação.

O envio do navio ocorre dias antes dos EUA mandarem aviso ao Brasil sobre ofensiva que farão contra CV e PCC, classificando as duas Facções como Terroristas.


O porta-aviões USS Nimitz (CVN-68), considerado o mais antigo ainda em atividade no mundo, tem chegada prevista ao Rio de Janeiro nesta terça-feira (21), como parte da Operação Southern Seas 2026.


A embarcação de propulsão nuclear navega pela costa sul-americana acompanhada do destróier USS Gridley (DDG-101), realizando manobras conjuntas com forças navais de pelo menos dez países, incluindo Argentina, Chile, Colômbia e Peru. O Brasil está entre os destinos estratégicos da missão, embora os detalhes da escala na capital fluminense ainda não tenham sido oficialmente divulgados.


Foto: USN/Mass-Communication-Specialist Seaman Aiyana S.Pasc
Foto: USN/Mass-Communication-Specialist Seaman Aiyana S.Pasc

Autoridades dos Estados Unidos informaram, durante uma reunião recente realizada neste mês, ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que pretendem classificar as facções Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital como organizações terroristas. A medida deve endurecer o combate financeiro aos grupos, com bloqueio de ativos e restrições no sistema bancário global. O aviso foi feito previamente ao Brasil, mas gera preocupação no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teme impactos na soberania nacional e possíveis reflexos econômicos e diplomáticos.


Foto: USN/Mass Communication Specialist 3rd Class Olivia Banmally Nichols
Foto: USN/Mass Communication Specialist 3rd Class Olivia Banmally Nichols

A operação marca a 11ª edição do exercício desde sua criação e se consolidou como o principal mecanismo de cooperação naval dos EUA no hemisfério ocidental. Além das ações em alto-mar, a missão prevê intercâmbio técnico entre militares e a presença de autoridades convidadas a bordo do porta-aviões, que poderão acompanhar de perto as operações.


De acordo com o contra-almirante Carlos Sardiello, comandante das Forças Navais do Comando Sul e da 4ª Frota dos Estados Unidos, a missão reforça o compromisso norte-americano com a segurança regional. “É um exemplo claro de fortalecimento de parcerias marítimas e da cooperação para enfrentar ameaças comuns”, destacou.


Do ponto de vista militar, o USS Nimitz (CVN-68) é considerado uma das maiores ferramentas de projeção de poder do mundo, capaz de operar com alta autonomia e reunir múltiplas capacidades de combate, comando e controle. O grupo de ataque conta com a ala aérea embarcada Carrier Air Wing 17, formada por esquadrões que operam aeronaves como F/A-18 Super Hornet, EA-18G Growler e helicópteros Seahawk.


A Marinha dos Estados Unidos informou que a operação foi oficialmente anunciada em março, na base de San Diego, e faz parte da estratégia de حضور contínua na América Latina, com foco na integração e no reforço da segurança marítima na região.

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