Prefeitura exige construção de banheiro adaptado e depois manda demolir a estrutura em quiosque ocupado há mais de 10 anos, gerando revolta em Rio Branco
- Redação 24Hrs

- há 2 dias
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Uma ação realizada por equipes da Prefeitura de Rio Branco na sexta-feira (13) resultou na demolição das dependências de um quiosque localizado na rua dos Sabiás, no Parque dos Sabiás, nas proximidades do Instituto Federal do Acre (IFAC), na região da parte alta da capital acreana.
De acordo com informações da proprietária do Local, funcionários da prefeitura sem apresentar nenhuma documentação, estiveram no local acompanhados de um fiscal e deram início à demolição das dependências do espaço (Banheiro).
O local que estaria sob posse de uma trabalhadora há mais de 10 anos. possui-a documentação. A estrutura funcionava como ponto de trabalho.

Segundo a trabalhadora, anteriormente a prefeitura havia exigido a construção de um banheiro adaptado para pessoas com deficiência, alegando que a ausência da estrutura impediria o funcionamento do quiosque. Diante da obrigatoriedade, a proprietária realizou a construção do banheiro conforme a exigência apresentada. No entanto, durante a ação realizada no local, a equipe responsável pela demolição teria destruído justamente o banheiro que havia sido construído para atender à determinação.
De acordo com imagens que circulam nas redes sociais, durante a ação, a trabalhadora teria solicitado a apresentação de uma autorização ou documento que justificasse a demolição do banheiro do quiosque. Segundo relatos, um suposto funcionário da prefeitura informou que não seria necessário apresentar qualquer documento para realizar o procedimento.
A situação gerou indignação e rapidamente repercutiu nas redes sociais, onde internautas criticaram a forma como a equipe chegou ao local para cumprir a ordem de demolição. O caso provocou debates sobre a condução da ação e a situação da trabalhadora que utilizava o espaço há anos.
Até o momento, a Prefeitura de Rio Branco não divulgou informações detalhadas sobre o motivo da demolição realizada no local, nem esclareceu se havia algum processo administrativo ou ordem formal que justificasse a retirada da estrutura. Segundo informações repassadas à reportagem, o advogado Matheus Pinheiro, responsável pela defesa da família que trabalhava no espaço, afirmou que foi protocolado um mandado de segurança com o objetivo de impedir a demolição do quiosque.















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